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Um serviço web 2.0 pelo fim do telemarketing

15.05.2008 -

Cansado de receber ligações sobre um produto que você não precisa, por uma quantia que você não quer pagar, no meio de uma atividade que você não queria interromper?
Não agüenta mais dizer “não” a toda e qualquer pergunta insistentemente feitas em seqüência durante 30 minutos?

Seus problemas acabaram!

Seria um anúncio perfeito, por mais que esta estética tão 1406 diga o contrário. Em todo caso, podemos dizer que existe uma luz no fim do túnel para o problema estrutural destes dias modernos: o telemarketing.

O lançamento em questão é o CallerComplaints.com, uma mistura de Wiki e Digg de números suspeitos e maliciosos. Com este serviço, é possível adicionar um número, descrever sua experiência com o atendente ou mesmo com o trote recebido e os outros usuários lesados apontam o mesmo número, destacando-o e tornando-o relevantemente um número para ser evitado. Esta reportagem do Mashable explica melhor o funcionamento da ferramenta.O problema é que este sistema ainda se baseia no modelo de nerd desocupado que, após receber várias ligações, senta-se em frente ao PC e cadastra os números, um por um, no site.

Talvez quando desenvolverem uma espécie de “Add to del.icio.us” integrado aos celulares (imagine que, a cada ligação existam 3 opções: atender, ignorar e enviar para o CallerComplaints), o anúncio do começo deste post torne-se realidade. Tornará o serviço mais rápido que os gatilhos disparadores de ligações e as mudanças de números utilizados por estas operadoras de telemarketing.


Faça parte da rede de parceiros da Riot

14.05.2008 -

Até muito pouco tempo atrás uma questão sempre colocada por grandes anunciantes em relação aos blogs e às demais mídias sociais era:

“Como anunciar de forma eficaz nas novas mídias sociais?”

A Riot encontrou essa resposta, especializou-se na criação de estratégias em mídias sociais e hoje possui uma carteira de clientes plenamente satisfeitos com os resultados já obtidos em campanhas publieditoriais patrocinadas veiculadas por nós na mais diversas mídias sociais (blogs, orkut, twitter, fóruns, flickr etc).

Acredite, há muito mais oferta de serviços voltados para mídias sociais do que agentes que já encontraram esse caminho!

Por isso estamos abrindo um novo espaço para que potenciais parceiros (blogueiros, moderadores de fóruns e de comunidades etc) interessados possam participar de campanhas dessa natureza.

Se você tem um blog legal, é moderador ou dono de alguma comunidade ou fórum e tem interesse em ser remunerado por participar de campanhas publieditoriais patrocinadas, basta você nos passar informações básicas a respeito do seu espaço, clicando neste link do nosso formulário de cadastro e nós entraremos em contato dando um retorno e refinando essas informações pessoalmente.

O momento é agora, a oportunidade é essa! Acreditamos que essa é a hora e a vez das mídias sociais. Esperamos pelo seu cadastro


Os 100 aplicativos da web 2.0 de 2008

14.05.2008 -

O blog Webware separou uma lista de aplicativos para se ficar de olho e, principalmente, se utilizar em 2008. Muitos deles são velhos conhecidos dos profissionais de mídias sociais. Outros apresentam conceitos interessantes de abordagem e uso. Há espaço também, claro, para críticas a esta lista e aos aplicativos considerados.

A lista, apresentada como Web 100 Awards (americanos adoram um award), foi eleita pelo público do site (1,9 milhão de votos) e dividida nas seguintes categorias:

Audio (sites e programas para ouvir, comprar e compartilhar música);
Browsing (aplicativos para navegação);
Commerce and Events (modelos comerciais, lojas e sistemas de pagamento);
Communication (serviços de troca de mensagens);
Productivity (programas que auxiliam na organização das tarefas diárias);
Publishing and Photographing (aplicativos que auxiliam a publicação de textos e fotos);
Search and Reference (sistemas de busca e pesquisas, enciclopédias);
Social (redes sociais);
Utility and Security (programas para segurança, logística de envio, recebimento e compartilhamento de dados);
Video (ferramentas para distribuição e alocação de vídeos).

Entre as ausências nesta lista, podemos citar o Orkut, a rede social mais utilizada no Brasil e na Índia, porém não muito popular nos EUA e no Reino Unido, e o Tumblr, serviço de publicação que permite agregar outras publicações do autor, algo que já explicamos no post sobre LifeStreaming. O que pode explicar algumas ausências talvez seja o excesso de presenças em algumas categorias: ter que premiar 10 serviços de cada categoria permitiu, por exemplo, que o Firefox, o Opera, o Internet Explorer e o Safari ganhassem uma menção como aplicativos para Browsing (poderíamos até pensar em uma promoção: quem se lembrar de mais dois browsers além destes ganha um pirulito).

Em todo o caso, vale a pena conferir e conhecer alguns dos serviços premiados.


O varejo e as redes sociais

13.05.2008 -

No site da revista B2B Magazine podemos encontrar um artigo muito interessante sobre o fortalecimento das redes sociais e as principais medidas a serem adotadas pelos varejistas para que os mesmos não fiquem fora desse mercado. Leia a íntegra da matéria abaixo:

Os varejistas devem ficar mais atentos e se posicionar de maneira estratégica diante do aumento das negociações por meio das redes sociais na internet. A conclusão é do estudo divulgado nesta sexta-feira (09/05) pelo Gartner, instituto internacional de inteligência de mercado. Denominada “Top Ten Things Retailers Should Know About Social Networks and What”, a pesquisa destaca dez pontos que devem ser considerados pelo setor varejista sobre redes sociais e quais as medidas mais adequadas a se tomar.

De acordo com a mostra, estas redes são compostas por grupos demográficos mais jovens e estão se expandindo para outros grupos da sociedade, como de profissionais e compradores, que exercem uma forte influência para a ampla base de varejistas. “Até pouco tempo atrás, varejistas consideravam as redes sociais relevantes somente para a juventude, mas não para o mercado. Isso significa que muitos deles têm ignorado amplamente o canal”, diz o vice-presidente de Pesquisas do Gartner, Hung LeHong.

LeHong aponta ainda que existem questões relevantes na criação da própria comunidade em rede social para a que empresa entre com o pé direito e obtenha o retorno esperado, criando assim, presença de mercado, ou simplesmente observando e seguindo as marcas que, debatendo assuntos de interesse, estão perseverando. “No entanto, as redes sociais precisam expandir para abraçar cada vez mais a seletos grupos demográficos, e os varejistas, precisam assegurar que uma posição melhor diante do assunto”, ressalta o analista.

As redes sociais podem, inclusive, permitir aos consumidores debater assuntos relacionados em fóruns de discussão e de opinião. A plataforma social é uma grande comunidade que permite aos usuários fazer as mesmas coisas que em um site social, mas também cria uma plataforma que facilita e incentiva o desenvolvimento de aplicações. O que um varejista será capaz de fazer em uma rede social será determinado pelo alcance da plataforma.

Entre os principais pontos abordados na pesquisa estão: comunidades, grupos e redes podem ser criadas por qualquer pessoa e o controle disto é impossível; redes sociais são fonte de informação para o consumidor, mas pode não ser fácil acessá-las, redes sociais são um rico canal de discussões de produtos e usabilidade; as redes sociais não estão prontas para o comércio, mas estão emergindo em tempo real no mundo.

O estudo pode ser acessado na íntegra por meio do site da Gartner.

Via B2B Magazine Magazine


Google Friend Connect promete revolução social

12.05.2008 -

O Google disponibilizou hoje uma nova ferramenta que permitirá tornar qualquer site na internet ainda mais social. Utilizando a tecnologia da plataforma OpenSocial (clique aqui para conhecê-la melhor), os donos de sites poderão adicionar simples tags, blocos de códigos de aplicações, que estarão disponíveis no produto, oferecendo assim aos seus visitantes recursos sociais sem qualquer tipo de programação adicional.

Veja abaixo um exemplo prático dessa aplicação:

Os sites que utilizarem o Google Friend Connect serão capazes de visualizar, convidar e interagir com novos amigos, tudo através de uma API segura, que integrará os núcleos de amigos existentes em redes sociais como Facebook, Google Talk, hi5, Orkut, Plaxo e outras mais.

Para saber mais, leia o post completo no Google Discovery e no Ouside the lines, da Cnet.


Compartilhando conteúdo online

12.05.2008 -

O Lifestreaming pode ser definido como um registro online de todas as atividades de uma pessoa, por meio de feeds de vídeo ou compartilhamento de seu conteúdo online como posts de blogs, atualizações nas redes sociais e fotos.

Um bom exemplo desse conceito é o Tumblr, que funciona como uma variação de um blog e favorece os formatos de posts mais curtos e com diversos elementos, como vídeos e fotos. Ao contrário dos blogs, esse formato é geralmente usado por seus autores para compartilhar suas criações, descobertas ou experiências sem o uso de comentários. Como exemplos do seu uso podemos destacar o Booked, Tumblr da área de planejamento aqui da Riot, no qual são postados links e referências sobre mídias sociais, e o Tiago Dória Lifestream, do jornalista Tiago Dória, onde ele divulga o que há de interessante no seu del.icio.us, Twitter, Flickr e Vimeo.

Falando no Twitter, o serviço de microblog, lançado em julho de 2006, é uma verdadeira febre no Brasil. Em uma rápida pesquisa por usuários do País, encontramos 2.915 pessoas. A idéia inicial do site era que seus participantes respondenssem a seguinte pergunta: “What are you doing?”. Depois de algum tempo, o uso da ferramenta foi completamente modificado e hoje em dia encontramos as mais variadas mensagens, que vão desde a simples troca links até a cobertura do terremoto em São Paulo.

Com a velocidade da internet, cada dia vemos mais ferramentas sendo criadas e com usos bem específicos. O portal Read Write Web destaca em um de seus posts uma lista com 35 aplicativos desse tipo. Opções não faltam. E qual seria a sua?


Cyberbullying

30.04.2008 -

Chacotas entre amigos são coisas normais, dentro de um limite. Quando este limite é extrapolado e as chacotas viram xingamentos, insultos despropositados, generalizados e desmoralizantes a uma pessoa, sendo que os envolvidos nem amigos são, atribui-se o nome de bulliying. No caso da internet, que ofereceu aos seus usuários a dádiva do anonimato, o bulliying foi bastante difundido e ganhou nome próprio: cyberbullying.

CYBERBULLYING NO BRASIL E NO MUNDO

A cada choque que cause comoção nacional, assistimos a lamentáveis cenas de bullying e cyberbullying aqui no Brasil. O mais recente aconteceu após o assassinato da menina Isabela Nardoni, em que antes mesmo de qualquer julgamento, a opinião pública execrou o pai e a madrasta. O resultado mais espantoso, além de algumas vergonhas para o jornalismo nacional, foi o cyberbullying que pessoas com o sobrenome Nardoni e Jatobá estão recebendo.

Nesta notícia, pessoas que têm o nome como única coisa em comum com os acusados pelo crime são ofendidas por pessoas que não as conhecem, mas que vislumbram a oportunidade de fazer uma torpe defesa da justiça ou apenas se divertirem com algo que julguem engraçado, utilizando a possibilidade de parecer anônimo em redes como o Orkut.

Podemos lembrar também do caso em que um motorista agrediu uma senhora grávida. O flagra foi veiculado na televisão e, antes mesmo que a polícia pudesse acusar o rapaz, lincharam-no moralmente. Seus dados pessoais foram divulgados em muitos sites e fóruns. Resultado: ataques a sua casa, ao seu perfil no Orkut, e aos seus *parentes*. A cada exemplo, as manifestações de cyberbullying pioram.

No exterior, o problema também é grave e já chegou às últimas conseqüências. Nos EUA, existe uma associação que foca-se na juventude. No site da Stop Cyberbullying, há dicas de netiqueta, como prevenir-se e como não ser um praticante de cyberbullying. Logo na página de entrada, há um laço que lembra de Megan Meier, garota que suicidou-se aos 13 anos de idade após receber mensagens agressivas instigadas por um usuário de MySpace que se identificava como Josh Evans, mas que na verdade era a mãe da vizinha de Megan.

CYBERBULLYING NA MIRA DA JUSTIÇA

O medo é que Megan não fique sozinha. Na Coréia do Sul, segundo esta reportagem, um astro da TV e um cantor popular suicidaram-se depois de ter seus nomes envolvidos em boatos. A justiça de lá quer determinar maior controle por parte dos provedores de serviços para que eles saibam dizer quem são os seus usuários.

A justiça brasileira ainda engatinha em certas questões na web, mas algumas decisões nos tribunais poderão ajudar quem se sentir lesado pelo cyberbullying, como a obrigatoriedade do Google Brasil em fornecer informações para as investigações de pedofilia, o que cria uma jurisprudência para a abertura de bancos de dados para investigações de outros crimes na Internet. Há também o espaço para a interpretação do Artigo 5º da Constituição, que veda o anonimato e garante a qualquer um o direito de resposta. Com algumas informações cuja quebra de sigilo é possível, a ilusão do anonimato na Internet cai por terra.


Usuários do Flickr protestam contra upload de vídeos

18.04.2008 -

Na semana passada, o Flickr estreou sua ferramenta de vídeos, mas somente os assinantes, conhecidos como usuários pro, têm direito ao serviço. Os demais usuários do site podem apenas assistir às gravações. Mas não pensem que com isso os assinantes ficaram contentes. Muito pelo contrário, se revoltaram.

O principal motivo do protesto é que em nenhum momento um grupo foi convidado a testar uma possível versão beta da ferramenta, mas apenas tiveram conhecimento de que ela estava no ar. Dois grupos do site se destacam nesse movimento: o “We say NO to vídeos on Flickr”, com quase 30 mil membros, e o “No Video on Flickr”, com 12 mil usuários. Na primeira comunidade há até um abaixo assinado, que atualmente conta com mais de 3 mil assinaturas.

Além desse período de testes, a maior reclamação dos usuários é de que os vídeos podem ter no máximo 90 segundos de duração e a autoria nem sempre é realmente daquela pessoa. Muitos vão mais longe ainda ao afirmarem que o Flickr é um site para fotos e uma área de vídeos poderia ter sido criada separadamente.

Será que realmente o convite para teste por alguns usuários teria resolvido o problema ou a referência do Flickr como site de fotos é tão forte, que de qualquer forma, haveria uma certa relutância na aceitação de um novo produto?

Na web 2.0, ter beta-testers para avaliar um serviço ou produto antes de seu lançamento é um padrão quase que obrigatório. Ainda mais quando falamos nesse mercado, onde novidades surgem a cada dia. Esse laboratório com os futuros usuários de determinado serviço facilita e ajuda muito a direcionar uma empresa com a possível aceitação de seu projeto e também na correção de eventuais falhas prematuramente.

Via Blue Bus


América Latina dobra número de usuários em redes sociais

15.04.2008 -

O número de usuários das redes sociais nos cinco principais países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México) mais do que dobrou de janeiro de 2007 até janeiro de 2008. De acordo com uma análise do Analytics 2.0, o aumento foi de 103%. Durante o mesmo período, o número de usuários hispano-americanos e porto-riquenhos nas redes sociais aumentou 48%.

Veja quais são as redes mais relevantes nesses países e o aumento nos seus números de usuários:

Orkut – 12,9 milhões (aumento de 27%. 10,1 milhões em 2007)
Sonico – 7,3 milhões (Sonico foi lançado no 2º semestre de 2007)
hi5 – 4,2 milhões (aumento de 72%. 2,2 milhões em janeiro de 2007)
MySpace – cerca de 3 milhões (13 milhões de usuários em todos os mercados analisados)
Facebook – 2,2 milhões (aumento de 4,152%. Em janeiro de 2007 a rede tinha 52 mil usuários).

As redes sociais na América Latina possuem uma presença regional. O Orkut, por exemplo, é popular aqui no Brasil, mas não tem relevância em outros países. Já o MySpace domina o mercado hispano-americano e porto-riquenho, nos quais cresceu 26% no ano passado (o Facebook cresceu 251%). O Bebo e o Friendster tem presença mínima e são visitados principalmente por hispano-americanos.

Outras descobertas da análise:

- O número de usuários de internet nesses cinco países está se aproximando dos 46,3 milhões, um aumento de 16% em relação aos 39,8 milhões em janeiro de 2007.
- O número de porto-riquenhos e hispano-americanos na internet cresceu na mesma proporção, subindo para um total de 66 milhões.
- Seis em cada 10 usuários de internet usam alguma das redes sociais citadas acima.

Via Marketing Charts


Brasil à frente dos EUA em mídias sociais

14.04.2008 -

De acordo com uma pesquisa da Universal McCann, os Estados Unidos não estão no topo da adoção das mídias sociais. Países como Brasil, Rússia, Taiwan e México vêem o uso das redes sociais crescerem cerca de 70% anualmente, enquanto os americanos contam com um aumento de 49%.

O levantamento também aponta que a China já possui pelo menos o dobro de blogueiros quando comparada aos Estados Unidos. São 43 milhões de blogs contra 26,4 milhões. O vice-presidente da Universal McCann, Graeme Hutton, diz: “Temos tendência a pensar nos EUA como líderes, mas na verdade estamos recuperando o atraso em relação ao resto do mundo”.

Via eMarketer


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